Exposição Umberto Nigi

Ola pessoal.
Dica Cultural.
Quem mora ou está de passagem por Belo Horizonte não pode perder a exposição de Umberto Nigi que está acontecendo na Casa Fiat de Cultura.
Termina hoje.

Umberto Nigi nasceu em Gorgona, uma pequena ilha na região da Toscana, na Itália. No entanto, ainda criança, mudou-se com a família para Livorno, cidade conhecida por ser berço do pintor Amedeo Modigliani e do compositor Pietro Mascagni. Foi nesta cidade que ele começou a se interessar por pintura, passando a frequentar o ateliê de artistas locais. Em 1964 foi à Paris pela primeira vez, atraído pela pintura impressionista, encantando-se pelas obras de Vincent Van Gogh.
Visita o Brasil pela primeira vez em 1998. Em 2002 muda-se para Belo Horizonte, exibindo suas obras na Assembleia Legislativa, Palácio das Artes, Galeria da Copasa, Centro Cultural em Ouro Preto, na Galeria Berenice Arvani em São Paulo, entre outros espaços. Em 2007 expõe 13 telas na sede da ONU em Nova York, dando um importante passo em sua carreira.



 Cores intensas, variados matizes e pinceladas refletem as diversas influências culturais presentes nas obras do artista plástico italiano Umberto Nigi que, assim como sua arte, transcendeu fronteiras. O artista, que já morou em diversos países da África e Europa encontrou, desde 2002, inspiração para suas criações na capital mineira.

 Os trabalhos exibidos são marcados por tonalidades fortes, que mesclam pretos, marrons, tons terrosos, vermelhos, amarelos, laranjas, azuis e verdes, provocando explosões cromáticas de notável efeito visual.
  Em sua nova fase, as cores, sempre presentes nas obras de Nigi, ganham formas por meio da juta, que confere uma geometria particular às telas. O material foi fonte de inspiração para o artista, que o descobriu em um café em Roma “quando vi aqueles sacos de café de 15 quilos, com os dizeres “Café do Brasil”, pensei em todo o caminho percorrido pelo saco até chegar ali, naquele estabelecimento em Roma, e não acreditei que seu destino final fosse o lixo. Trabalhar com a juta me dá a sensação de realizar uma escultura, devido aos relevos e texturas que ela proporciona. É também uma forma de dar outro uso ao material que antes seria descartado”, descreve Umberto Nigi. Para o artista, a juta ganha outra identidade ao ser incorporada em suas obras, “caberá a cada espectador dar um novo significado para o material”.


E eu ganhei um autografo

Fotos -Denise Coacci
Obrigada pela visita.

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